15 abril 2012

Lançamento de O Punhal


Olá pessoal!
Trago hoje para vocês algumas fotos do lançamento de “O Punhal” realizado nessa sexta-feira dia 13.
Imaginem uma pessoa nervosa. Eu. Tudo que poderia acontecer de errado aconteceu, TUDO! Não estou brincando é verdade.
Era para o Anfiteatro Municipal ser aberto para que eu pudesse preparar as coisas às 17h. No entanto quando eu cheguei lá estava fechado. Esperei vários minutos e ninguém chegava. Fui até na secretaria de cultura e também não havia ninguém lá. Voltei para o Anfiteatro e fiquei esperando mais alguns minutos. Nessa hora eu já estava muito nervosa. Voltei para casa e falei com meu pai. Voltamos novamente para o local do lançamento que continuava fechado. Isso já era 18h. Meu pai começou a ligar para uns amigos dele. Fulano passava o telefone de ciclano e assim ia, até ele conseguir o celular do prefeito da cidade. Dá para acreditar? O telefone do prefeito kkkkkk. Enfim meu pai falou com ele e o prefeito passou o telefone do secretário da cultura. Quando ligamos para ele foi avisado que a pessoa que estava com a chave do local havia confundido o horário de abertura ¬¬’, e isso já era 18h30, sendo que o evento começaria às 19h. Quando o cara chegou para abrir o Anfiteatro pensei que tudo estaria bem, por isso decidi ir para casa para tomar um banho e me arrumar, mas como tudo estava dando errado não foi tão simples assim. Logo que peguei o carro andei alguns metros e o pneu dianteiro furou. Sério, ele furou! Não é para rir porque foi triste (hahaha). Tive que voltar para o Anfiteatro e pegar meu celular que estava com meu pai e ligar para minha tia. Quando ela chegou fui para casa. Tomei um banho super rápido. Mas para fechar com chave de ouro na hora que estava saindo de casa começou a chover MUITO forte.
Ufa! Foi muito tenso, mas felizmente depois de tudo isso as coisas se encaminharam, ainda bem né?
Segue abaixo algumas fotinhas  ^^

































14 abril 2012

Resenha "O Turno da noite - vol. 3"


Olá pessoal!

Trago hoje para vocês a resenha do livro “O Turno da Noite vol. 3 O livro de Jó” do autor André Vianco.
Terminei o livro essa semana e fiquei com vontade de escrever a resenha, pois li muitas coisas relativas à obra e em sua maioria foram críticas negativas. Na minha opinião o problema da série “O Turno da Noite” é ser continuação de “Os Sete” e “Sétimo”. Acho isso porque os dois primeiros livros são maravilhosos e quando você pega uma continuação sempre espera que ela supere a obra anterior, mas isso não acontece com “O Turno da Noite”. Li uma resenha de uma garota que havia livro o vol. 1 e não leu os dois anteriores, e ela disse que amou. Uma prima minha também leu o vol. 1 e 2 sem ler os outros e também achou maravilhoso. Por isso acho que quem leu a série desde o começo não achará “O Turno da Noite” o melhor livro do autor.
Enfim, não resumirei a estória, pois ela dispensa isso, partirei apenas para os meus comentários. Demorei mais de 3 meses para concluir a obra. O começo achei fantástico, li os primeiros capítulos rapidamente, mas quando começa a falar da floresta e do francês que quer desmatar o local, a coisa começa a ficar chata e entediante. Foi aí que comecei a desgostar do livro. Há capítulos somente de descrição e muita enrolação. Capítulos que se fossem tirados não fariam falta nenhuma na narrativa. Eu chegava a esquecer o que tinha acontecido com a Patrícia e os outros, pois eles ficaram muito tempo sem aparecer. Quando os operários que estão trabalhando na floresta somem, a narrativa começa a melhorar, mas não no nível que estava antes. O livro volta ao seu ápice quando os vampiros vão salvar os demais que estão no Canindé, aí sim fica emocionante, amei essa parte. Depois disso o vampiro Jó aparece e a coisa fica muito ruim para o lado dos humanos. O que me deixou intrigada nessa parte é que não sei da onde surgiu Jó, bem como a sua relação com os vampiros de Portugal e por que ele é tão fodão.
Uma coisa que não entendi até agora é o porquê de no começo eles estarem atrás da menina bruxa Aidara. Não consegui até agora entender a finalidade dela, sendo que ela não aparece mais depois dos primeiros capítulos.
Uma coisa que li em outras resenhas e que fiquei inconformada foi em relação a figura do curupira. As pessoas acharam isso algo absurdo. Só não entendi o por quê. Um autor brasileiro não pode falar do próprio folclore que é considerado ridículo? Que ele viajou demais? Aposto que se ele tivesse colocado algo como “o monstro da floresta” não teria causado tantos comentários contra. O problema de alguns brasileiros é que acham que tudo que é nacional não presta. Fiquei muito chocada com os comentários que vi, isso é um complexo de inferioridade, coisa de país colonizado.
Em um apanhado geral eu gostei do livro, principalmente do começo e do final. Achei que o autor encheu muita linguiça no meio, muita mesmo. O André escreve muito bem, não precisava disso.

Espero que tenham gostado.

Abraços e beijos

10 abril 2012

Um pouco de história


Olá pessoal!


Faz tempo que não posto nada, pois estou na correria do lançamento de “O Punhal”. Hoje resolvi trazer para vocês um pouco de história, na qual contarei sobre a criação do município de Leme, cidade esta que passei quase toda minha vida e que é cenário do meu primeiro livro. Sentem-se que lá ver história  ^^
Quando eu comecei a escrever “O Punhal” percebi que precisava dar um contexto histórico já que teria que colocar vampiros antigos. Dessa forma me veio em mente falar sobre a história de Leme, pois como eu morava lá seria legal não só para mim, que passaria a conhecer melhor minha cidade, como também mostrar para meus futuros leitores como foi à criação do município.
Os dados que apresentarei foram tirados do site da prefeitura de Leme (www.leme.sp.gov.br)

Em 1875 começava a construção da estrada de ferro pela Companhia Paulista e o Governo da Província. A estrada ligaria vários municípios, desde Cordeirópolis até o que é hoje Porto Ferreira. Este ramal passaria pela Fazenda Palmeiras que pertencia à família Leme. Assim, com a chegada da estrada de Ferro, um português de nome Manoel Gomes Neto, fornecedor de trabalhadores, construiu um pequeno rancho nas terras de Manuel Leme, onde foi montado um pequeno comércio. Por causa do movimento do local, várias pessoas começaram a se aglomerar, justamente por causa da estrada. Em 30 de setembro de 1877 foi inaugurada a Estação de Manuel Leme.
Com o crescimento do local, não só estrutural como de pessoas, foi construída uma capela em homenagem a Manuel Leme e em 1889 foi criado o Distrito Policial da Estação de Leme no município de Pirassununga. E um ano depois se criou o Distrito de Paz da Estação Leme.

Após os acontecidos, Leme continuou crescendo e já com mais de 800 habitantes iniciou-se a campanha para a elevação a município. Desse modo em 29 de agosto de 1895, Leme se tornou cidade.


Nesse ano de 2012, a cidade de Leme completará 117 anos, um município não muito antigo, mas que é cenário de “O Punhal”.
Agora falando um pouco sobre o livro, criei dois vampiros que viveram nessa época. No capítulo 5, Augusto conta para Diogo um pouco sobre sua história e revela alguns detalhes sobre a cidade. Mas como sempre não consegui usar tudo o que pesquisei no livro, apenas algumas informações. O que é mais abordado no “O Punhal” é a cidade como é hoje, no caso em 2007 quando a estória começa a ser narrada. Cito lugares que eu mesma frequentava quando tinha 17 anos, lugares que ia com meus amigos ou até mesmo a escola que cursei meu ensino médio. Acredito que para os moradores de Leme será muito legal ler um livro que se passa na sua cidade e saber exatamente onde as personagens estão.

            Enfim, acho que é isso  ^^




Espero que tenham gostado. E não se esqueçam de que nessa sexta-feira dia 13 haverá lançamento no Anfiteatro Municipal de Leme, às 19 horas.

Abraço e beijos a todos  =3