29 fevereiro 2012

Personagens

Olá pessoal!
Trago para vocês um pouco sobre meus personagens. Um pouco de como são e suas atitudes dentro da estória. Existem outras personagens, mas decidi não coloca-las, pois os que estão aqui tem um papel mais significativo na narrativa.
 Fiquei horas procurando atores que se assemelhavam com eles e por incrível que pareça eu encontrei, mas o que não me agradou foi às cores dos olhos, mas pelo menos da para vocês terem uma ideia de como os imagino.


Diogo

Thomas Dekker

Desde criança ele vê um homem que sempre o segue. Tem muito medo dele, mas por mais que conte aos seus pais sobre aquele ser que o observa quase todas as noites, eles não acreditam. Dessa maneira Diogo aprende a conviver com o sujeito ao seu encalço, mas há algo nele de familiar, algo que faz com que o garoto, além do medo, sinta-se confortável com sua presença.

"Novamente os observava. Aqueles mesmos olhos profundos e frios. Sentia mais medo deles do que da figura que os portava, um homem alto, magro e com a pele extremamente pálida. Desde criança era perseguido por aquele sujeito, mas nunca soube o porquê. Sua lembrança mais antiga, quando tinha por volta de 4 anos de idade, era daquele homem, lembrança muito assustadora para uma criança. Aqueles olhos castanhos que pareciam sem vida penetraram em sua alma. Mesmo tão pequeno já sabia que aquela pessoa estava ali por alguma razão, mas mesmo com essa sensação que surgia em seu íntimo, não era capaz de afastar o medo que sentia." pág. 9

A estória começa a ser narrada quando Diogo tem 17 anos. Ele é um jovem um pouco briguento e metido, pois sabe que é bonito e que todas as garotas babam por ele. Gosta também de se mostrar para os amigos, por isso sai com várias mulheres ao mesmo tempo, e não sossega nem quando está namorando, pois continua a ficar com outras garotas, traindo assim a namorada. Mas quando conhece Júlia as coisas mudam, pois é a primeira garota que não aceita sair com ele. Isso o incomoda, pois nunca foi recusado antes. Assim ele acaba se apaixonando de verdade por ela.
Em uma noite ele e Júlia são assaltados. Diogo ao reagir acaba levando dois tiros. Nesse momento o homem que sempre o segue surge. Augusto é um vampiro que mata os bandidos e para que Diogo não morra de verdade ele da de seu sangue ao garoto, transformando ele em um ser da noite antes da hora.
Quando Diogo desperta como vampiro, Augusto lhe conta toda a história por trás do punhal que pertencia a Henrique, assim ele descobre que ser um vampiro já estava decidido antes mesmo de ele nascer. Mas o que ele não sabe é da maldição que foi jogada em sua família e isso só descobrirá depois.

"— Como já te disse, Henrique era seu parente e como você é o único homem em gerações, esse punhal é seu — olhou para o garoto. Deu mais uma tragada no cigarro antes de jogá-lo no chão e pisar em cima. Depois de alguns minutos disse: — Preste bem atenção, garoto, só vou lhe contar essa história uma única vez — respirou fundo." pág. 69 



Júlia

Lindsay Lohan

Júlia é uma garota tímida, meiga e romântica. Quando conheceu Diogo sabia da fama dele de galinha e por isso não se deixou seduzir, por mais que tivesse vontade. Assim consegue fazer com que ele se apaixone por ela. Mesmo sendo namorados ela continua receosa com as carícias de Diogo, não deixando assim que ele passe do limite.


Aqueles olhos o deixavam tonto. Colocou a mão delicadamente no rosto dela, que sorriu e fechou os olhos. Aproximou-se mais. Encostou seus lábios perto do olho direito dela, repetiu o gesto carinhoso algumas vezes, na testa, na bochecha e no nariz de sua amada. Afastou seu rosto para poder observá-la melhor. Ela sorriu levemente. Não mais aguentando começou a beijá-la. Seus lábios estavam frios por causa do vento da rua. Passou a beijá-la no pescoço. Júlia estremeceu. Voltou para a boca. Suas mãos tocavam sua cintura. Desceram suavemente para as coxas. Usava saia. Começou a subir. Podia ouvir a respiração dela mudar. Colocou uma das mãos por debaixo da blusa de sua namorada. Pôde sentir seu corpo quente. Subiu mais. Podia sentir o sutiã...
— Não... — disse ela com a voz fraca. — Diogo, não! — segurou as mãos dele tirando-as de suas coxas e debaixo de sua blusa. Soltou-as e afastou-se um pouco dele. — Eu já te disse que ainda não." pág. 20-21.

Depois do assaltado seu namorado é dado como desaparecido e isso acaba com ela. A garota sente em seu íntimo que Diogo está vivo em algum lugar, mas não tem como provar isso, pois todos dizem que ele morreu. Não se conformando com tudo o que estava acontecendo ela decide se livrar dessa dor com a própria vida, causando assim um encontro, no qual ela vê um Diogo com a pele extremamente pálida e os olhos mais verdes que o normal.


[...] "Antes que pudesse ver o objeto sentiu um forte cheiro de sangue vindo da garota. Jogou o capacete no chão e sem pensar correu em sua direção. Pegou-a pela mão que segurava uma lâmina, olhou em seu pulso esquerdo e viu um corte muito profundo em que o sangue jorrava sem parar. Fechou os olhos para controlar seu instinto e quando os abriu ela o olhava apavorada. Só naquele momento percebeu o que fizera.
            — Diogo... — a voz de Júlia saiu tão fraca que mal pôde ouvi-la." pág. 124


Marta

Taís Araújo

Marta é uma vampira que mora na casa de Augusto. Uma mulher linda e decidida que sempre sabe o que quer e faz de tudo para conseguir o que deseja. Quando percebe que mexeu com os sentimentos de Diogo ela aproveita a situação, deixando assim o garoto mais perturbado, pois este continua apaixonado por Júlia mesmo não podendo ter mais contato com ela.
Marta não cessará suas investidas até conseguir Diogo em sua cama.


[...] Ao abrir a porta do quarto se espantou ao ver aquela cena. Marta deitada nua em sua cama, apenas coberta pelo lençol.
            — Agora podemos continuar de onde paramos — levantou-se da cama e caminhou tranquilamente até ele, abraçou-o e deixou que o lençol escorregasse pelo seu corpo até que caísse ao chão." pág. 150-151


Augusto

Colin Farrell

Augusto é um vampiro de 139 anos, líder da cidade de Leme perante o conselho dos vampiros. Ele é sério, dificilmente expressa suas emoções. Quando seu irmão Henrique morre ele faz uma promessa ao lado do corpo decapitado dele, prometendo de que faria exatamente o que Henrique queria: ter seu herdeiro ao seu lado na vida noturna. Mas a saudade que sente do irmão é tanta que Augusto procura por seres que o possam ajudar e dessa maneira condena todos os herdeiros de Henrique a uma maldição que só cessará assim que o verdadeiro herdeiro nascesse, mas até que isso aconteça ele assombrará cada um deles por décadas.

[...] "— Com ajuda dos seres do submundo joguei uma maldição em sua família, uma maldição que só cessaria assim que o verdadeiro herdeiro nascesse, este já nasceria preparado para dar de seu sangue a Henrique, pois se eu transformasse qualquer outro homem que pudesse ter nascido não funcionaria. Mas em troca tive que esperar, pois me avisaram que demoraria para que o herdeiro, que nasceria com fragmentos da alma de Henrique, viesse para esse mundo, e para que a maldição se realizasse eu teria que tomar conta de cada criança que nascesse anteriormente a ele. Segui sua família por gerações. Luiza, Matilde, Marlene, Roseli, Sílvia, Sofia e você." pág. 271



Samantha

Penélope Cruz

Samantha é uma vampira apaixonada por Augusto, mas a indiferença dele e o ciúme que sente de Diogo com o homem que ama a fazem retornar as suas origens. Por ser vingativa acaba causando todos os problemas que Augusto estava tentando evitar para que seu plano funcionasse.


"— O conselho não vai ficar sabendo desse assunto — os olhos castanhos penetrantes de Augusto fitavam friamente os olhos negros da vampira.
— Você não pode.
— Eu posso tudo.
Samantha não disse mais nada. Diogo teve a impressão de ver uma lágrima de sangue escorrer pelo rosto da vampira, mas esta passou a mão nele antes que pudesse ter certeza. Ela virou-se bruscamente na direção do garoto, acendeu seus olhos e em menos de um segundo o pegava pela garganta e o encostava na parede.
  — A culpa disso tudo é sua — a cada segundo que passava sentia as unhas de Samantha cada vez mais penetrando em sua carne.
— Solta ele, Samantha! — ordenou Augusto.
— Vou matá-lo — ria alto." pág. 203-204


Ruth

Desde que criei a Ruth tinha em mente a triz Fiorella Mattheis.

Ruth é melhor amiga de Júlia. Ela odeia o namorado de sua amiga e sempre que possível o trata mal ou apresenta Júlia para outro garoto. Mas esse ódio tem um motivo que ela mesma tenta esconder de si.
No decorrer da narrativa, Ruth ajudará Júlia em momentos em que ela não terá mais ninguém, acreditando assim na história absurda dela.
Uma amiga que se pode contar para todos os momentos e situações mais delicadas, e acredite, Júlia precisará muito dela.


"— Comprei pra você — Júlia aceitou e agradeceu. A garota voltou a sentar ao seu lado. — Você não vai mesmo me contar o que anda acontecendo?
— Já disse que não é nada.
— Não me venha com essa agora. Conheço você há anos e sei muito bem quando está escondendo algo — a garota apenas abaixou a cabeça. — Eu fico preocupada com seu bem-estar. Desde que Diogo sumiu você não é mais a mesma.
— Me desculpa, não queria te preocupar.
— Não se desculpe. Quero apenas que você confie em mim, sou sua melhor amiga.
— E se eu dissesse que de alguma forma Diogo está vivo? — levantou a cabeça e encarou Ruth. — Você acreditaria em mim?" pág. 176-177



Espero que tenham gostado  ^^
Não esqueçam de dar sua opinião.
Abraço

28 fevereiro 2012

Eventos de Lançamento de 'Contos de Meigan' e 'Segredos de um vampiro'

Olá pessoal! Tudo bem?

Trago hoje para vocês eventos de lançamentos de livros da Editora Dracaena para esse mês de março.
Vamos as obras.




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Espero que tenham gostado.
Em breve lançamento de O Punhal. Aguardem!

18 fevereiro 2012

Saudade Vampírica


Sentimentos humanos ainda persistem em ficar dentro de mim. Esses sentimentos de amor, culpa, cuidado com o outro, solidariedade e saudade... ah! Saudade. Como odeio essa palavra e as sensações que trás ao meu corpo já morto. Por mais que tento me esconder dela, nos lugares mais obscuros desse mundo e da minha mente, ela sempre me encontra. Tento a suprir com ódio, raiva e mortes, muitas mortes. Vou atrás de cada ser humano, perseguindo-os como uma maldição e enquanto não tenho seu sangue em meu estômago vazio não cesso. O melhor sangue que tem é aquele de corpos jovens, cheios de vida, sonhos e desejos, mas o que não pode faltar é o medo que o tempera deixando-os mais saborosos. O grito dos humanos é maravilhoso, torna minha refeição perfeita, cada uma delas. Mas por mais que eu faça tudo isso a saudade não me deixa. Saudade da minha família humana e do homem que amei por todos esses anos. Infelizmente ninguém nasce vampiro.
Em uma noite já cansada desse ponto fraco decidi fazer algo. Caminhei pela madrugada chuvosa até minha antiga casa. Quando entrei fui em direção aos quartos. Primeiro o do meu irmão. Ao me aproximar da cama o puxei pelos cabelos negros e assim que este abriu os olhos lhe quebrei o pescoço. O sangue ainda quente pulsava em seu corpo agora sem alma. Sem hesitar o suguei. Andei até o outro aposento, dos meus pais. Sentei na cama e os observei dormindo... tão vulneráveis. Deveria ser proibido que os vampiros entrassem assim nas casas dos humanos. Subi no leito e me arrastei até perto de seus rostos. Peguei-os pelo pescoço ao mesmo tempo. Minha mãe arregalou os olhos para uma filha que há muito tempo não via, mas ela apenas notou o sangue de meu irmão que manchava minha face. Joguei-a na parede e a fiz presenciar a morte de meu pai, cravei minhas presas nele. Ainda com o líquido escorrendo de seu corpo o deixei em cima da cama e caminhei na direção dela. Ela pronunciou meu nome com dificuldade, pois tremia da cabeça aos pés. Puxei-a pelo cabelo a levantando. Ela gritou. Mais uma vez o sangue de um familiar entrava no meu corpo morto.
Deixei a casa e fui em direção à outra para concluir meu plano. O salto fino de minha sandália batia no piso de madeira da casa, causando propositalmente um som repetitivo. Quando abri a porta de seu aposento o vi em pé, assustado, mas assim que ele viu que era eu, sorriu. Correu para me abraçar. As palavras que saíram de sua boca foram repletas de sentimentos... amor, saudade... mais uma vez esse sentimento. Sem nada dizer o beijei e o conduzi para a cama de solteiro. Eu o despi rapidamente. Ele não entendeu de principio, mas não demorou muito para começar as carícias no meu corpo gelado. Nos amamos como nunca. Ao fim, o cheiro de seu corpo suado me deixava tonta. Outra fraqueza. Ele não conseguia tirar o sorriso de seus lábios. Subi em cima dele e o encarei. Ainda o amava. Hesitei. Ele me perguntou o que estava acontecendo comigo, estava diferente. Não respondi. Tanto tempo longe e mesmo assim não fui questionada por isso. Me senti fraca. Não! Não poderia permitir que aquele sentimento tomasse conta de mim novamente. Abaixei e beijei seu pescoço e antes que meu amado pudesse ter feito algo cravei minhas presas em sua jugular. Os gritos dele entravam por meus ouvidos, mas mesmo assim não recuei. Precisava mata-lo. Soltei-o após não haver mais nenhum movimento, nenhum batimento cardíaco. Fitei seu rosto pálido, sem vida. Era melhor assim. Voltei a me vestir e caminhei para fora do quarto, mas parei próxima a saída e olhei para ele por uma última vez. Agora estava acabado. Não sentiria mais saudades. 

Jéssica Anitelli

15 fevereiro 2012

Capa completa!

Olá pessoal!


Hoje a capa completa de "O Punhal" ficou pronta e eu quero compartilhar com vocês.


Fiquei muito feliz ao ver como ficou linda. Não dá mais vontade de ler?



Essa nota sobre o autor me deu tanto trabalho  -_-  Não sabia o que escrever.
Como podem notar tem umas pessoinhas no fundo da foto. Eu estava na fila do show do Versailles. Ainda não sei como que a foto ficou boa, passei a noite em claro  kkkkk. Deve ser a fotógrafa Mizu que deu uma ajuda.

A sinopse ficou maravilhosa também. Começar a frase com caixa alta e com a cor verde foi uma bosa sacada. Adorei isso.




Espero que tenham gostado. Não esqueçam de dar a opinião de vocês sobre a capa completa.
Bjuuss e até as futuras novidades.
^^